videorreportagem

Já imaginou se nossos olhos fossem câmeras que registrassem todos os acontecimentos do dia? Este é o trabalho do videorrepórter. Ele é o profissional que atua nas diversas fases da produção de uma matéria: grava, entrevista, escreve e edita. Videorreportagem é o tema do Imprensa em Debate desta semana que traz os jornalistas Paulo Castilho, que está na profissão há dez anos, e Jô Miyagui, da TV Cultura, que falam sobre os desafios da profissão. A apresentação é de Danillo Dal Seno. Veja horário no link http://www.cnu.org.br/tvs-associadas.php?p_cod_univer=5&p_cod_progra=28&p_cod_titulo=31


O que é videorreportagem?

Os videojornalistas Fernando Hessel, Carol Thomé e Rodrigo Leitão criaram um vídeo bem legal para ilustrar as possibilidades da videorreportagem.

Na minha dissertação – Videorreportagem em três estilos: análise de um subgênero em formação – discuto, no segundo capítulo, a multifuncionalidade do videojornalista e a autoria na videorreportagem. No trabalho, concluo que:

Como atua sozinho em campo, um videorrepórter opera simultaneamente com os dispositivos imagético, sonoro e verbal e, ao fazê-lo, imprime seu modo e seu olhar. Tal característica distingue o videorrepórter do repórter de tevê e do cinegrafista e interfere no produto final. A prática possibilita novos arranjos da ordem do audiovisual articulada à expressão narrativa, assim como, a nosso ver, problematiza e reconfigura valores e premissas que definem o jornalismo como instituição como imparcialidade, objetividade, liberdade de expressão, atualidade, responsabilidade social, interesse público e vigilância.

Ao assumir a autoria como paradigma, entendemos que a videorreportagem reivindica um lugar diferenciado no campo do jornalismo e certa autonomia em relação ao modelo hegemônico do que se reconhece socialmente como (tele) jornalismo. O caráter autoral, desse modo, torna-se um aspecto de distinção e autolegitimidade da videorreportagem. Concordamos que elementos que caracterizam a videorreportagem como autoral, em boa medida, aparecem nos textos, manifestados pelo modo como os mediadores presenciais atuam, sem pretensão de ocultar a subjetividade. Dão opiniões pessoais, fazem comentários, emitem palpites, expressam sentimentos e sensações, participam dos acontecimentos e trazem suas histórias pessoais, sem, contudo, abandonar seu papel de jornalista. Mas o caráter autoral, a nosso ver, ultrapassa a expressão textual personificada ou não no eu, assim como o gerenciamento centralizador e multifuncional. A autoria na videorreportagem está se tornando uma questão de marca, evidenciada por quem faz – o videorrepórter – e como faz. Sendo assim ganha uma dimensão mercadológica que é estratégica para criar identidade à videorreportagem e possibilitar o reconhecimento do público e o sucesso de audiência.


Videorreportagem em três estilos

Segue no link minha dissertação de mestrado, defendida em maio de 2010, no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Faculade de Comunicação da UFBA.

Clique duas vezes no link para abrir o PDF

Videorreportagem em três estilos


Fazendo e aprendendo – videorreportagem “tempero no forte”

hummmm fazer essa reportagem foi uma delícia!


profissão frentista

Essa foi minha segunda videorreportagem.. que venham muuuuuuuitas


Videorreportagem – profissão barista

Videorreportagem produzida para o quadro “mãos à obra” do Programa Boa Tarde Bahia, exibido na Band Bahia, de segunda à sexta, das 12h às 13h. Essa foi a primeira!


Mãos à obra!

Tirando férias do videorrepórter Lucas Mascarenhas na elaboração do quadro “mãos à obra”, do programa Boa Tarde Bahia, o qual sou editora-chefe, na Band Bahia. A primeira VR – profissão barista – vai ao ar amanhã, às 12h. Ontem gravei na cafeteria Sagrati com os baristas Marcelo Aragão e Zen, além de Luisa e Luciana, da Companhia de Talentos.

Na foto, “amore” um dos coffe drinks que preparamos!

 

 


Bicicletada Nagô!

Hoje acontece em Salvador a primeira bicicletada com proposta inspirada na massa crítica! É a Bicicletada Nagô (adoro esse nome). Um grupo de ciclistas vai pedalar no horário do rush e percorrer um dos trajetos mais críticos da cidade, a partir das 18h, numa sexta-feira. Os pedalantes sairão do Iguatemi – por onde passam 40% dos deslocamentos de gente e veículos da cidade – e seguirão até o Rio Vermelho, um bairro onde todos os carros convergem numa sexta-feira à noite, por causa da boemia. Mas a ideia é essa, inserir a bicicleta como parte do trânsito da cidade e ser percebida como tal por quem dirige carro, ônibus e moto.  É uma ação política cuja proposta é incluir e integrar através da ocupação da rua.

Vou lá gravar uma videorreportagem para o programa Visões Urbanas,  ganhador do edital 015/2008 do IRDEB, de apoio à produção de obras audiovisuais na forma de programa-piloto para televisão. O programa é fruto de uma parceria  com a cineasta e documentarista Marília Hughes e a produtora Coisa de Cinema. Neste episódio piloto estamos documentando a bicicleta como meio de transporte em Salvador.

Então, serão duas estreias. A da bicicletada nagô e a minha, como videojornalista. Partindo da teoria para a prática, feliz!


morre um dos precursores da videorreportagem

A notícia veio pelo twitter da Renata Falzoni

Ela comunica o falecimento de Geraldo Anhaia Mello,  um dos precursores da videorreportagem. “Ao lado de Renata Netto (nossa chefa na ESPN), Marcelo Tas, Fernando Meirelles, Rogério Brandão, Astrid Fontenelle, Sérgio Groissman entre outros, ele foi um reporter-abelha da TV MIX, nos meados dos anos 80″, escreve Renata. Silencio por aqui….


Missão cumprida!

Gente, agora sim!!!

Depois de um sábado quase todo dormindo, de duas boas sessões de cinema e um delicioso jantar japonês, sinto o corpo e a mente revigorados, descansados! Quinta-feira defendi minha dissertação - Videorreportagem em três estilos: análise de um subgênero em formação – na Facom/UFBA. Quero agradecer a todos que encheram a sala 02 e à banca, composta pela minha orientadora Itania Gomes, pela professora da UFJF, Iluska Coutinho e pelo professor da UFBA, José Francisco Serafim, pela leitura criteriosa e crítica. Dedico o trabalho aos meus pais José Silva e Terezinha Maria de Araújo Silva (in memorian), por permanecerem presentes na minha vida e à minha sobrinha Lua Carvalho, por ser um presente da vida, que segue com novos desafios ………. VIVA!!!


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